Em relação
à vivência espírita é
importante salientar que, cada um a experimenta
de uma forma, de um jeito. Entretanto, concordo
com o nosso querido Presidente Sr. Geraldo Rinaldi,
que ao falar sobre os colaboradores, freqüentadores
ou estudiosos da bendita Doutrina Espírita
menciona a “marca ou carimbo” que essas
pessoas possuem.
A “marca
ou carimbo”, em um sentido figurado da palavra,
representa tão somente o compromisso assumido
por nós, no plano espiritual, em algum momento
de nossas existências. Compromisso que muitas
vezes, pode mudar completamente nossas vidas, como
mencionado nos depoimentos anteriores.
Assim,
gostaria de adentrar ao mérito de minha história
e dividi-las com vocês.
Tenho a
sensação de ser espírita desde
criança. A vontade era grande de freqüentar
uma casa espírita, mas como a maioria de
nós teve a formação e a base
da Igreja Católica, não existia tal
possibilidade. Como será demonstrado, demorei
alguns anos para assumir o compromisso, possivelmente
assumido no plano espiritual.
Depois
da formação católica, onde
a finalizei com a Crisma, continuava freqüentando
a igreja aos domingos, pois a mesma se localizava
na rua onde morava. Conheci o CKNA – Centro
Kardecista Núcleo de Áurea, aos 15
anos. Muitas vezes, a impressão que tinha,
quando visitava a casa, era de paz e de felicidade
interior, mas ainda não a freqüentava
como queria. Os anos se passaram, fui para o outro
lado do mundo, residir alguns anos no Japão.
Quando regressei ao Brasil tinha a sensação
que freqüentaria a nossa casa. Porém,
surgiu outro impedimento pertinente naquele momento,
a faculdade. Durante cinco anos dediquei-me aos
estudos, me profissionalizei, e passei a freqüentá-la
e ser uma colaboradora da mesma após dezessete
anos.
Com toda
essa trajetória, acredito que nem tudo acontece
no momento em que nós queremos. Desta forma,
é importante confiarmos em Deus nosso pai,
Jesus nosso mestre e irmão e em todos os
amigos do plano espiritual.
Com tudo
isso, tenho aprendido a importância de ter
paciência e resignação no enfrentamento
de situações difíceis e que
a felicidade interior, nada mais é do que
a CARIDADE, fazer bem ao próximo, é
muito mais benéfico para quem faz do que
para quem recebe.
Gostaria
de agradecer a família do CKNA, encarnados
e desencarnados, pela acolhida e por todo aprendizado
que tenho adquirido a cada dia. Deixo aqui meu singelo
depoimento com a intenção de motivar
futuros colaboradores espíritas.
Um abraço
a todos! Fiquem com Deus!
Claudia
Nakano
13/10/2007